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Síndrome de Down muda a vida de advogada trabalhista

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A ONG Down Syndrome Internacional (DSI), responsável por reunir entidades ligadas à doença, decretou em 2006, o Dia Internacional da Síndrome de Down, 21 de março. A iniciativa tem como objetivo conscientizar a população sobre a questão da inclusão social dos portadores da doença.

A data escolhida faz menção aos três cromossomos número 21, que caracterizam a síndrome e em todo o mundo diversos eventos são organizados de formas diferentes, já que cada país trata o assunto à sua maneira.

No Brasil, as entidades reforçam que a pessoa com síndrome é um cidadão como qualquer outro. Assim como prega uma das campanhas “Ser diferente, é normal”.

O tema é difícil e ainda não é compreendido por muitos, como também não era para a advogada, Márcia Teixeira que não entendia sobre o distúrbio até engravidar da pequena Maria Teresa Teixeira, hoje com seis anos de idade. Mãe de duas filhas, Marianna Teixeira, de 12 anos e Marina Teixeira, de 8, a advogada soube da síndrome durante o parto.

Mãe apaixonada, Márcia pesquisou por conta própria mais informações sobre a doença, a fim de dar a melhor educação para a filha. Hoje, bastante aprofundada no assunto, a trabalhista relatou que crianças com a síndrome tendem a ter imunidade baixa e sofrem de cardiopatia. “Foi o que aconteceu aos seis meses de vida com a Maria Teresa, quando passou por um procedimento no coração”, explicou.

Márcia afirmou: “É natural as mães esperarem a perfeição para seus filhos, mas nada é perfeito. Sempre haverá uma dificuldade ou outra na hora de criar uma criança, tendo síndrome de Down ou não”.

A profissional não abriu mão da militância e em parceria com quatro colegas, Márcia tem um escritório e sempre que precisa conta com o apoio das amigas:”O Direito me deu esse privilégio”.

Com todas as dificuldades naturais que uma mulher enfrenta quando se torna mãe, Márcia disse que para saber lidar com uma criança com Down há dois sentimentos primordiais: amor e paciência. E faz um alerta: “Coloco um freio em mim, não nela. Excesso de proteção atrapalha o desenvolvimento, que naturalmente é mais lento nessas crianças”.

De todas as mudanças na rotina da advogada, a aproximação com os membros da família foi o que mais a agradou. “Tive algumas perdas financeiras, mas o ganho pessoal é algo imensurável”, desabafou. Márcia garante que as barreiras que enfrenta com a filha a tornam mais forte e fez com que a família aprendesse a valorizar os momentos de união.

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