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Qualidade de vida e bem-estar são as opções do vice-presidente da OAB-Teresópolis

Rodrigo Ferreira da Cunha incentiva os colegas de profissão a adotarem hábitos de vida mais saudáveis

Rodrigo Ferreira da Cunha incentiva os colegas de profissão a adotarem hábitos de vida mais saudáveis

 

O advogado Rodrigo Ferreira da Cunha, vice-presidente da OAB/Teresópolis, lembra que desde a infância sofre com a balança. Ele conta que seus pais, como muitos de uma geração passada, achavam que gordura era sinal de saúde. E como seu pai também era um homem forte e “pesado”, não dava importância ao fato do filho também ser gordinho, acrescenta. “Mas, sofri bastante no período escolar, os apelidos eram variados: banha, gordo, fofão etc”, conta Rodrigo.

Mesmo na adolescência, período em que se fica mais vaidoso, Rodrigo não se incomodou por estar com sobrepeso. Ele conta, bem-humorado, que na gravidez da esposa “também estava grávido” e talvez com a barriga maior que a dela.

Há cerca de três anos, a gordura começou a incomodá-lo. “Prejudicava em todos os sentidos, alteração de pressão, parte respiratória, roncava muito e não conseguia acompanhar minha filha pequena no dia a dia. Pensei até em fazer a cirurgia bariátrica, estava com obesidade mórbida, acima dos 145 quilos”, lembra.

Entretanto, a opção foi mais saudável. Ele procurou orientação médica nutricional. Hoje, Rodrigo Cunha está abaixo dos 100 quilos. Totalmente adaptado à reeducação alimentar, sugerida pela nutricionista, se permite nos fins de semana ao prazer de comer gulodices, sem culpa. E brinca: “Conheci o gosto da beterraba há cerca de um ano. Alguns conhecidos não me reconhecem”.

Rodrigo Ferreira também se tornou um “atleta”. Faz reforço muscular na academia, participa de competições de corrida e influenciou outros gordinhos. Ele e um grupo de advogados participarão de uma corrida que acontecerá no Rio, no próximo dia 29 de setembro.

O vice-presidente da subseção Teresópolis dá a dica para os colegas de profissão: “No interior não perdemos muito tempo no trânsito, como no Rio. Mas, ao invés de permanecer horas no engarrafamento, vá para a academia e fuja do rush. Quem não tem tempo agora para cuidar da saúde terá que arranjar depois para cuidar da doença”.